quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Que aconteça o esperado,
Mas será que a vila nos acolherá?
Claro que não.
Uns consideram estes esforços tolice.
Outros esperam o momento de nossa ascensão,
Como um leão espera um gatinho sair da toca.
E poucos, mas louváveis, que tem sede de “Logus” reconhecerão o valor de nosso crescimento.
Provando que não existe “ente” inteligente ou gênio.
Existe gênio sim, mas do trabalho duro, da luta, suor, da força de vontade que leva a vitoria.
O preço? É renegar o mundo em favor do que dizem ser dom, sonho................
E!!! Para chegarmos a esse ponto, ficamos longe de tudo: família, amigos, Deus.
Sepultamos o próprio deus.
..........................................................................................................
Enquanto não sai o resultado vamos
Tocar um tango Argentino e ouvir RACIONAIS.


Por: Frabricios Queroz

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"Le Monde" diz que desigualdades na educação são "calcanhar de Aquiles" do Brasil

Como sempre o grande mal do Brasil é falte de interesse do seu povo pelos estudos,que prejudica o seu crescimento econômico, trago aqui uma reportagem publicada no jornal Francês " Le Monde" que trata sobre o assunto.

O jornal francês “Le Monde”, em artigo publicado nesta terça-feira (7) na internet, diz que, apesar dos “muitos progressos econômicos e sociais”, o Brasil estagnou em “uma área crucial”: a educação. Apesar disso, classifica como um “esboço de círculo virtuoso” as políticas educacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O “Monde” aponta que o “marasmo brasileiro” é resultado, “em parte”, da “democratização do ensino” nos anos 1990. Segundo o jornal, “a mediocridade do ensino público” é o ponto central “do problema”. O periódico cita os resultados brasileiros em relatórios da Unesco e no Ideb (Índice Nacional de Desenvolvimento da Educação).

De acordo com o "Monde", os professores são “mal formados e mal pagos”. O “Monde” cita como exemplo o fato de “um em cada três professores de química” e “somente um em cada quatro de física” terem se formado na área em que lecionam. O periódico francês lista outros índices, como a alta taxa de repetência escolar –em especial, no Nordeste.

A estrutura federal do Brasil (com três níveis), afirma o jornal, “agrava os fenômenos” –incentivando, por exemplo, casos de corrupção. “Os controladores relacionaram as fraudes”, diz o “Monde”: superfaturamentos, propinas, serviços não executados. “Muitos prefeitos preferem construir uma ponte ou uma estrada que dotar as escolas de conforto mínimo”, afirma.

De acordo com o texto, dessa forma, se perpetua, “com algumas exceções”, o ensino de base em dois caminhos: “público, gratuito, muitas vezes desastroso, para as crianças das famílias pobres; privado, pago, de bom nível para as crianças das famílias ricas, melhor preparadas para enfrentar os vestibulares de universidades e, depois, para tirar proveito de pós-graduações e centros de pesquisas financiadas com dinheiro público.”

Para tentar resolver a desigualdade, diz o “Monde”, houve um crescimento de instituições particulares de ensino superior. Elas recebem “75% dos estudantes, muitos deles obrigados a trabalhar”. “Das creches –que não recebem 20% das crianças que têm direito– às universidades, o sistema mantém profundas desigualdades e preserva os privilégios das elites tradicionais tão denunciadas pelo presidente Lula”, afirma.

Ações

Segundo o jornal, medidas foram tomadas: o investimento em educação aumentou (apesar de, per capita, ficar “longe” dos totais de Chile e Argentina); foram construídos mais de 200 institutos federais e 14 novas universidades; concederam-se 700 mil bolsas para jovens estudarem no ensino superior privado. “No total, 2 milhões de estudantes a mais freqüentam as universidades”, diz.

Por fim, o “Monde” afirma que o Brasil sabe “de seu calcanhar de Aquiles”, face a uma “dupla urgência econômica e social”: de um lado, o forte crescimento que obriga o país a formar uma mão-de-obra qualificada que ainda não tem, sob pena de perder em competitividade; de outro, uma classe média que reivindica seu direito ao conhecimento, “chave para um futuro melhor”. Essas duas necessidades, diz o jornal, devme encorajar a presidente eleita, Dilma Rousseff, a “prolongar o círculo virtuoso esboçado por seu antecessor”.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Rotina

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Tédio...Tédio...Tédio...Tédio..

sábado, 11 de setembro de 2010

Burro cavalo

O burro quer ser cavalo

Burro no Riacho!

Cavalo no Riacho!

Ô Riacho dos Cavalos Burros...

Bolsa tem!

Pra família inteira...Bolsa Lulatica!

Saber não tem!

Mais que ser Cavalo!

Eita Cavalo Burro...

Ou será Burro Cavalo!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Livro: castigo social

Com o advento da indústria cultural e a padronização de costumes, realizado pela mídia de massa, que tem como base o modelo norte Americano de sociedade de consumo, o livro - principalmente em sociedades marginalizadas como o nordeste do Brasil - passou a ter sinônimo de castigo.

Esse panorama comportamental deve-se em parte ao sistema educacional, que vigora em nossa país, onde o professor é apenas um mero intermediario entre a informação (que nem sempre gera conhecimento) e o aprediz (aluno), ambos não são levados a pensar e transformar dados em conhecimento, se tornando assim meros "papagaios".

No mundo contemporâneo, muito do que pensamos não pensamos de fato, apenas pensamos o que a mídia quer que pensamos, apenas pensamos o que dizem para pensar. Então, não sabemos argumentar , não temos ideias próprias, mas apenas ideias em pedaços, que pensamos ser nossas, mais nem sempre são. É isso que ocorre em nossa educação que gera essa desvalorização do conhecimento, que se reflete no descaso com o seu principal difusor, o livro.

Um reflexo desse não pensar é a dificuldade que os alunos têm quando tem de fazer uma simples dissertação. Esso é devido a falta de argumentação, por não terem ideias próprias.

Portanto, o despreso pelo livro é apenas um reflexo dos valores adotados pela nossa "sociedade papagaia" que apenas utiliza as ideias sem ao menos saber o que elas significam.



Francisco Edson O. da Silva

domingo, 30 de maio de 2010

Devoradores ou limitadores de mentes?

Texto bem interessante sobre alienação religiosa, foi retirado do Blog, Convictos ou Alienados,que fala sobre filosofia e outros temas, confiram ai:


Devoradores ou limitadores de mentes?
Enéias Teles Borges


O processo alienatório devora a mente ou "apenas" a limita? Pergunto isso porque fica difícil saber se o alienado está agindo sob influência direta do alienador (devorador) ou se a alienação centrou-se em limitar a capacidade da mente, impedindo-a de vislumbrar o mundo que existe e está fora dos muros estabelecidos pelo processo alienatório.

A cultura religiosa, à imagem e semelhança dos plantonistas da fé cega e da faca amolada, é, sem sombra de dúvidas, um processo alienatório que atingiu refinamento exuberante. Resta analisar seu objetivo principal: devorar ou limitar? O devorador de mentes, em tese, alimenta-se da mente dos alienados tornando-os na medida exata do seu interesse. O limitador, que no primeiro momento parece menos letal, cerca a mente do alienado ao ponto de impedir que este enxergue além dos muros imaginários estabelecidos pela ortodoxia.

Fato é que devorando ou limitando mentes a cultura religiosa (qualquer uma delas) tem produzido diversos tipos de alienados, entre eles os homicidas e os tapados da fé. O homicida age em nome do seu deus da maneira que se faça necessária, incluindo aí o terrorismo. O tapado pertence à maioria de sempre: tem a mente engessada, enorme dificuldade para pensar e opta (podemos dizer assim?) pelo óbvio e mais fácil: o acreditar sem questionar.

Homicidas e tapados, vítimas dos devoradores ou limitadores de mente são criaturas moldadas à semelhança ou interesse dos seus criadores - os homens que pensam e que regem os homens que acreditam...

Sempre Aqui...

Sempre Aqui...

Passa! Some! vai embora...
O que?
O que não passa!
Some! vai embora! Passa...
O que?
O que não some!
Vai embora! passa! Some...
O que?
O que não vai embora!
Solidão! Amor! Saudade! Incerteza...